É difícil, muito difícil
Não te ver, não te sentir
Não te situar em lado nenhum por onde passo
Não ter o teu abraço
Nem sequer o poder pedir
É difícil, muito difícil
Querer-te contar o que se passa
Como se passa, onde se passa...
Mas não estás cá
E eu não vou já
É uma total ausência de ti
Um vazio sem referência
Obrigo-me a tamanha dormência
Para esquecer, nem que seja por breves momentos
Tudo o que contigo senti
É difícil. É mesmo muito difícil.
terça-feira, 26 de junho de 2007
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1 comentário:
Wow! Isto é para ir devagarinho...
Não é pra começar logo com obras primas...
Hum...
Toca a escrever um disparate qualquer e rapidinho!
Vamos lá a continuar, mas com juizinho...
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