sábado, 2 de maio de 2009

Mulheres da minha vida

Não sei o que devo ter feito, nem quando, mas deve ter sido coisa boa! Só assim se justifica a imensidão de amor que recebo daquelas que me rodeiam, sempre que preciso. Começo a perceber que nunca estou verdadeiramente sozinha, apenas me esqueço de olhar para o lado e de ver quem sempre lá esteve e sempre estará. Quer faça chuva ou sol, seja dia ou noite, norte ou sul... basta um "ai!" e lá estão para mim para o que for preciso. Mesmo que nesse momento eu só precise que concordem comigo, mesmo não tendo razão, que espanquem verbalmente alguém que me fez mal, ou simplesmente que me dêem a mão, num profundo silêncio, pois eu não consigo nem quero falar.

Por isto tudo e muito mais: obrigada Maria, obrigada Susana

Obrigada mãe, obrigada mana

1 comentário:

Ti disse...

Cada um tem aquilo que merece.